jan
25
2010
0

Contagem regressiva

Written by Bruno in: 2010,Telona |
jan
24
2010
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Falta alguma coisa

Este será o meu quarto ano em Ribeirão Preto. E receberemos algumas visitas ilustres em nossa casa. Mas algo que sempre me incomodou vem à tona. Nasci e vivi por muito tempo em Belo Horizonte. Conhecida como Cidade Jardim, BH, além de ter muitas atrações, também é cercada de belas cidades com muito o que fazer. Cachoeiras, cidades históricas (muitas são patrimônio da humanidade), montanhismo, lagos, grutas, artesanato, sem falar na gastronomia, festividades e muito mais.

Mesmo fora de minha terra natal as cidades e suas regiões sempre foram muito ricas em atrações e cultura. Viagens para Guarapari envolviam visitas à fábrica da Garoto em Vila Velha ou nas cidades próximas com belas praias. Recife tem Olinda, Porto de Galinhas. São Paulo é cercada por cidades interessantíssimas. Rio de Janeiro tem Niterói, Petrópolis. Paraty tem Ilha Grande, Angra… Até Itabira tem Sta Maria de Itabira, Catas Altas e Santa Bárbara.

Agradeço por minha infância ter sido bem saudável. Por ter tido tanto contato com natureza, com fazenda. Roça de verdade. Aqui eu vejo neguim chamar casarão no meio do canavial de fazenda.  Já comentei isso aqui no blog.  Juvenar!

Mas e Ribeirão Preto? Não posso falar muito pois pouco conheço das cidades à sua volta. Já pesquisei sobre o museu do automóvel em Batatais e a tradição da porcelana de Porto Ferreira. Este ano Ribeirão Preto está sendo carinhosamente apelidada de Capital da Cultura. Vamos ver se algo acontecerá para valer o apelido. Mas ainda fica a dúvida. O que fazer? Que atrações? Bares? Sim, aqui tem alguns legaizinhos com bons chopes mas… BH é a capital dos bares.  Então não será muita novidade, neh? Então… Voltamos a estaca zero.

Não estou reclamando de Ribeirão Preto, mas sim da falta de investimento da administração das cidades próximas em cultura, lazer e atrações. Nenhuma delas oferece absolutamente NADA. E quem tiver algo que prove o contrário, por favor, comente, grite, xingue. Desafio os leitores deste blog a dizerem que cidade, em um raio de 200km de Ribeirão Preto, tenha alguma coisa que preste para oferecer.

jan
14
2010
0

‘A’

Esquadrão Classe A 2010



Written by Bruno in: 2010,Janeiro,Telona |
jan
12
2010
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PC Retrô

Philco PC conceito de Dave Schultze veja este vídeo em Vimeo no blog Itubaína Retrô

Written by Bruno in: Internet,Janeiro,TV |
jan
08
2010
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Ser Designer é…

* ter o despertador, avisar a hora de ir dormir, e não a hora de acordar;
* ter uma diéta a base de café, Coca-Cola e energético;
* ter fones de ouvidos quase implantados na sua cabeça;
* tomar café da manhã, almoço e janta ao mesmo tempo;
* ter os amigos dizerem “Que bonito isso!” mas não entenderem o conceito;
* refazer um job pois ninguém entendeu o conceito;
* ter mais fotos de coisas do que de sua família;
* saber usar o Photoshop, Illustrator, InDesign e Dreamweaver mas não entender como rodar o Excel;
* comprar revistas de R$ 50 mas não ter tempo de ler;
* não conseguir olhar para qualquer coisa gráfica sem tentar melhorá-la na sua cabeça;
* não conseguir andar pelo shopping sem criticar embalagens de produtos;
* ouvir sua vó lhe apresentar orgulhosamente como “artista” para amigos;
* sua mãe achar que você trabalha com computadores;
* ser confundido como “técnico em informática” pois “você passa muito tempo na frente daquele tal computador”;
* cobrar o cliente constantemente o briefing e materiais para não estourar o cronograma;
* cliente demorar para enviar o briefing e materiais e depois reclamar que você está estourando o cronograma;
* terminar o projeto após 3 meses e 20 rodadas de aprovação para o cliente dizer “não sei…acho que não ficou muito legal”;
* passar metade do projeto convencendo o cliente que você sabe o que está fazendo;
* passar a outra metade do projeto explicando ao cliente que você está cobrando pelo seu conhecimento;
* ter sempre alguém por perto dizendo “Meu sobrinho também faz dizáin“. E quando questionado sobre em qual período ele se encontra, escutar um “Tá terminando o Ensino Médio”;
* acordar se sentido um “garoto de programa” pensando em duas coisas: 1) você precisa parar com isso. 2) você precisa cobrar mais caro por isso;
* passar metade da vida falando pra todo mundo que “logomarca” não existe;
* desistir de ensinar a todo mundo que “logomarca” não existe;
* estranhar aquela luz amarela no céu quando você finalmente sai de casa durante o dia;
* ter que explicar a um cliente que uma gráfica não imprime uma imagem JPG com resolução de 72dpi e em RGB para fazer um outdoor;
* ter que explicar ao cliente o que é JPG, dpi, RGB e CMYK;
* ter que explicar que Pantone não é aquele pão com frutas cristalizadas que vendem no natal;
* acordar dia após dia, sabendo que essas coisas nunca vão mudar e mesmo assim pensar: “Eu não me vejo fazendo nada melhor na vida. Amo tudo isso”

Texto: Canha / www.design.blog.br

Imagem: Jacobsen Tower

* ter o despertador avisar a hora de ir dormir, e não a hora de acordar;
* ter uma diéta a base de café, Coca-Cola e RedBull;
* ter fones de ouvidos quase implantados na sua cabeça;
* tomar café da manhã, almoço e janta ao mesmo tempo;
* ter os amigos dizerem “Que bonito isso!” mas não entenderem o conceito;
* refazer um job pois ninguém entendeu o conceito;
* ter mais fotos de coisas do que de sua família;
* saber usar o Photoshop, Illustrator, InDesign e Dreamweaver mas não entender como rodar o Excel;
* comprar revistas de R$ 50 mas não ter tempo de ler;
* não conseguir olhar para qualquer coisa gráfica sem tentar melhorá-la na sua cabeça;
* não conseguir andar pelo shopping sem criticar embalagens de produtos;
* ouvir sua vó lhe apresentar orgulhosamente como “artista” para amigos;
* sua mãe achar que você trabalha com computadores;
* ser confundido como “técnico em informática” pois “você passa muito tempo na frente daquele tal computador”;
* cobrar o cliente constantemente o briefing e materiais para não estourar o cronograma;
* cliente demorar para enviar o briefing e materiais e depois reclamar que você está estourando o cronograma;
* terminar o projeto após 3 meses e 20 rodadas de aprovação para o cliente dizer “não sei…acho que não ficou muito legal”;
* passar metade do projeto convencendo o cliente que você sabe o que está fazendo;
* passar a outra metade do projeto explicando ao cliente que você está cobrando pelo seu conhecimento;
* ter alguém dizer “Meu sobrinho também faz dizáin“. E quando questionado sobre em qual período ele se encontra, escutar um “Tá terminando o Ensino Médio”;
* acordar se sentido um “garoto de programa” pensando em duas coisas: 1) você precisa parar com isso. 2) você precisa cobrar mais caro por isso;
* passar metade da vida falando pra todo mundo que “logomarca” não existe;
* desistir de ensinar a todo mundo que “logomarca” não existe;
* estranhar aquela luz amarela no céu quando você finalmente sai de casa durante o dia;
* ter que explicar a um cliente que uma gráfica não imprime uma imagem JPG com resolução de 72dpi e em RGB para fazer um outdoor;
* ter que explicar ao cliente o que é JPG, dpi, RGB e “cêmique“;
* ter que explicar que Pantone não é aquele pão com frutas cristalizadas que vendem no natal;
* acordar dia após dia, sabendo que essas coisas nunca vão mudar e mesmo assim pensar: “Eu não me vejo fazendo nada melhor na vida. Amo tudo isso”


Written by Bruno in: Imagens,Internet,Janeiro,Jobs | Tags:

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