Sushi Light
Hoje comemos menos de 1kg de Sushi.

Hoje comemos menos de 1kg de Sushi.

Cabernet y Merlot… Si… Si….

Amanhã eu posto as fotos reais.
1/2 kg de Picanha no almoço
1kg de Sushi no jantar
Depois não entendo porque chego em casa rolando. Obrigado, Dre!
A Dre me lembrou de outras falhas do Splash. Uma delas nem foi falha. Foi mico mesmo. Enquanto estávamos na fila do lado de fora, ouvíamos marteladas, marretadas e peças de metal e madeira caindo e sendo arrastadas. Logo em seguida, ergueram uma estrutura de metal (tipo stand) e trouxeram a urna de madeira (!!!) para colocarem nossos convites impressos em cartões magnéticos (!!!).
Outro ponto trágico: O DJ colocou um repertório house bem fraquinho. O público só agitou em dois momentos. Um Ivete remix e um country remix. Aí um monte de corno começou a dançar.
A expectativa era grande para ver o que 6 cinqüentões de uma banda ícone gay dos anos 70/80 fariam no palco. Também era legal a expectativa para conhecer a tal banda Rodhanna, que a Dre sempre comentou comigo (já havia assistido a 2 vídeos, um cover e uma música própria). Mais legal ainda porque teria a participação da Cinthya Manley (Can´t take my eyes off of you) fazendo participação na gravação do DVD da banda ribeirãopretana. Só que a expectativa se transformou numa espera de 3 horas e meia na fila e mais duas horas em frente ao palco.
O DJ (muito fraco, por sinal), só começou a tocar há poucos minutos do primeiro show. As barracas de bebidas não estavam prontas (mesmo após o atraso de 5 horas), e só era possível comprar algo nos quiosques to tal clube. O atendimento? Péssimo! A distância destes quiosques para o palco (ou mesmo para qualquer lugar de onde pudessem ver o palco) também era desanimador. Mas algo pior me preocupava: Nossas pernas e pés já começavam a formigar e esperávamos por uma hora e meia de show de uma banda que eu não conhecia. Quando faltavam poucos minutos para meia noite (a produção, o parque e a imprensa divulgaram o início às 21h) o público já vaiava e gritava de revolta. Já pela meia noite e quinze, surge um engravatado com cara de bocó que, inutilmente, tentou pedir desculpas pelo atraso. Não conseguiu concluir nenhuma frase, tantos eram os gritos de ‘Fora, fora, fora’. Mas uma sensação de alívio pairou quando ele pronunciou ‘Village People’ e saiu imediatamente do palco. Olhei para a Dre, depois para os 6 microfones estrategicamente posicionados, e então…
Foi um show muito bacana, com as mesmas coreografias toscas e divertidas dos anos 70. Com todas as músicas programadas (não havia músicos), eles cantaram, dançaram e conversaram com o público durante uma hora. A sede passou, a fome esperou. Dançamos muito e nos divertimos também. Depois de tantas falhas da produção, o astral era outro. Mas não esqueceremos de uma coisa: Show internacional em Ribeirão Preto, nunca mais. A Dre comentou que no show do A-ha, há 17 anos atrás, não foi muito diferente. Agora com o Kabrito, fica mais fácil. Qualquer coisa a gente dá um pulo em SP ou BH. Já o Rodhanna… Fica pra próxima. 3 horas da manhã não é hora de começar show de banda local.
Encontrei o que tanto procurava!
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